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Apesar da minha deficiência física não sofri preconceito até a conclusão da licenciatura

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Argelino Constantino Nhalucue, natural de Maputo, nascido aos 19 de Janeiro de 1994 é um exemplo de indivíduos que não se limitam em lamentar-se pela sua condição física, financeira e ideológica.

Argelino, ou Maza, como é carinhosamente tratado na sua instituição de ensino, o instinto “Instituto Superior de Relações Internacionais” para actual Universidade Joaquim Chissano, é  um dos mais novos quadros de melhores profissionais do pais, formados em Relações Internacionais e Diplomacia.

Maza é um deficiente físico com uma energia sobrenatural, a sua vontade de alcançar os seus objectivos e metas é inexplicável e espectacular.

Em Moçambique, o estigma e o preconceito contra deficientes é incalculável, porém, o rumo que a vida do Argelino levou é totalmente o contrario da realidade. Argelino conta que nunca se sentiu descriminado pelo facto de ser especial, e que agradece em primeiro a instrução de ensino pela abrangência, pela metodologia de ensino que abrange a todo individuo, independentemente da sua condição fisica.

Maza concluiu a sua licenciatura iniciada em 2015, com uma nota pouco comum, com uma das melhores notas em todo território nacional, 18 valores.

Como perspectivas, o Argelino espera ter enquadramento no mercado de emprego, para que tenha principalmente condições para custear o seu mestrado na mesma área (Especialização em Relação Internacionais) ou em outra área com alguma relação.

Estamos diante de um jovem super motivador,  aberto, alegre e proativo, que tem os pés assentes na terra e que em breve poderá orgulhar Moçambique pelo mundo fora pelas suas qualidades, habilidades e conhecimentos.

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