Início DESPORTO Treinos para Moçambola podem iniciar próxima semana

Treinos para Moçambola podem iniciar próxima semana

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Ontem, a Secretaria de Estado do Desporto chamou os clubes, a Liga Moçambicana de Futebol e a Federação Moçambicana de Futebol para debaterem a retoma do futebol. O encontro teve dois momentos, tendo o primeiro, no encontro geral e aberto aos jornalistas, não se tido nenhuma conclusão, e um outro em que uma comissão criada se reuniu a porta fechada para encontrar soluções para inicio do campeonato nacional de futebol.

O assunto Moçambola continua a mexer no país desportivo. Já lá vão três encontros esta semana para debater soluções para reto ma do futebol no país.

Depois dos clubes terem exigido um encontro com o Presidente da República para pedir soluções para retoma do Mocambola, ontem foi o Secretário de Estado do Desporto, Gilberto Mendes, a chamar os clubes para juntos encontrar soluções para que o campeonato nacional seja uma realidade.

Numa primeira abordagem não havia soluções a vista, tanto mais que só encontro teve quase de tudo, entre bate boca, acusações, discórdias de parte a parte, reclamações e propostas de soluções. Mas nada aconteceu.

Gilberto Mendes, Secretário de Estado do Desporto, acabou criando uma comissão que se iria encarregar de encontrar soluções, num fórum mais restrito.

A FEDERAÇÃO MOÇAMBICANA DE FUTEBOL INSISTE EM PAGAR DÍVIDAS COM FUNDOS DA FIFA
No primeiro ponto os clubes assumiram estarem preparados para a retoma aos treinos e ficou entre linhas que esta retoma pode ser autorizada para dia 07 de Setembro, próxima semana.

No segundo ponto a Liga Moçambicana de Futebol disse que estaria preparada para iniciar com o Moçambola na primeira semana de Novembro e que há condições, em termos logísticos, para que a prova de corra sem sobressaltos, apesar do défice orçamental de quase 30 milhões de meticais.

Relativamente ao terceiro ponto, os clubes reiteraram a sua falência e a necessidade de serem apoiados para poderem participar do Moçambola, nomeademente em cerca de 5 milhões de meticais por cada clube, sem contar com os cerca de 2.5 milhões de meticais para os testes da covid-19, a cada jornada.

Para suprir algumas das despesas, os clubes sugeriram que os testes não fossem obrigatórios e se tivessem que fazer, tivessem isenção, para além de pedir que os jogos tenham público, numa situação de cumprimento das medidas de prevenção, como distanciamento social, uso de más caras, medição de temperatura, entre outros.

Na mesma ocasião, a Federação Moçambicana de Futebol, representada pelo respectivo vice-presidente, Jorge Bambo, recomendou a criação de uma comissão de trabalho que se responsabilizaria por bater portas no governo para pedir apoios, tendo em conta que os fundos da FIFA não seriam suficientes, já que há outras despesas para as quais serão destinados.

Os 14 clubes reiteraram que uma das saídas para financiar o subsídio de cinco milhões de Meticais para cobrir o défice da receita de bilheteiras pelo facto de a prova decorer à porta fechada, seria a utilização de parte dos fundo solidário da FIFA de um milhão de dólares americanos, realçando que os valores recebi dos não devem servir para pagar dívidas.

Mas o vice-presidente da Federação Moçambicana de Futebol defendeu os valores são utilizados com consultoria da FIFA e que tem autorização do órgão reitor do futebol mundial para usar o valor para o pagamento da dívida institucional, e não do elenco anterior.

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